São Paulo: cidade de pedra?

Imagem: Facebook/Parque Ibirapuera

Fala-se pouco de São Paulo como destino de viagem que busque o lazer. A cidade é conhecida pelas ditas viagens de negócios, já que é entendida como o coração financeiro do país. Porém, acredito que ela é cidade-mundo. Há dentro dela várias São Paulos a serem investigadas, esmiuçadas, saboreadas. Será que este texto vira uma ode ou um manifesto?

Dentre os mundos a serem ofertados, você tem um leque de opções que pode ser acessado de acordo com a região que você está, seus interesses e o seu budget de fato. Só não dá mais para acreditar na máxima de São Paulo como selva de pedra.

Parques de São Paulo

Se você é uma pessoa que curte uma certa tranquilidade e um espaço verde para relaxar, a cidade conta com uma gama de parques que vai para além do tradicional Ibirapuera, o maior da América Latina. Gosto de passar a tarde na grama lendo, meditando ou fazendo piquenique. Os meus preferidos da cidade são menorzinhos e agregam mais a galera do bairro que os cerca: São eles: o parque da Água Branca e o Buenos Aires.

O parque da Água Branca fica próximo ao metrô Barra Funda, linha 3-vermelha, e situa-se na zona norte da cidade. Ali, você encontra patos, galinhas e galos, gatos circulando soltos pelo parque. Há uma área de piqueniques livre para uso ao dispor dos visitantes.

Imagem: Parque da Água Branca / Wikipédia

Outro ponto bacana é o Espaço da Leitura, que tem um trabalho incrível de educação com crianças e que deixa à disposição dos pequenos e dos adultos uma gama de publicações. Além disto, é um espaço que reúne eventos bacanas da cidade como festas da cultura cigana e uma feira de produtos de alimentos orgânicos ao finais de semana.

Já o Buenos Aires, situa-se na região central da cidade, no bairro de Higienópolis. É uma praça-parque que tem um espaço de leitura mais tímido, mas público. Um espaço em que moradores circulam correndo e fazendo piqueniques festivos. Vale a pena conhecer!

Imagem: Parque Buenos Aires / Wikipédia

 

 

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Thaís Carneiro
Historiadora. Uma feminista que ama viajar e busca encorajar mulheres a fazerem o mesmo. Criadora do projeto Mulheres Viajantes que visa o empoderamento feminino através da publicação semanal de relatos de mulheres que viajam sozinhas e/ou entre amigas e do Mulheres Viajantes vai às ruas, que propõe o encontro destas mulheres para discutir questões caras às mesmas.

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