Mulheres de 50+ pelo mundo: viagens e experiências sob uma visão vintage

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Por que se fala tanto sobre viajar sozinha? Simples, porque é maravilhoso! Também muito se fala/escreve sobre mulheres viajando, mas dependendo da faixa etária, especialmente entre 20 e 40 anos se fala de aventura, perigos e até algumas loucuras, mas e depois disso? Será que a aventura passou, o perigo não existe e a loucura tem data de validade?

Não, melhora muito com o tempo e a experiência de vida, mas está tudo lá. Encantando e acenando com infinitas possibilidades, com gostinho de quebra de padrão e um tempero a mais sobre a busca de si mesma.

Mulheres com 50+ pelo mundo: o que muda?

Depois do 50+, continua-se tendo que pesquisar e checar em blogs sobre a respeito de segurança no hostel, pousada ou hotel, e ir saber sobre experiências e dicas no destino.

Vale muito também se conectar com outras mulheres, inclusive por rede social para ter apoio, se necessário, e se não for necessário, conhecer pessoas incríveis.

Fora as precauções já incorporadas pela vida e que foram aprofundadas em outros textos, é só se jogar mesmo. Fazer uma viagem solo, com só você a decidir o que e quando fazer, comer, ir, conversar, ler, contemplar, rezar, meditar, sair andando OU não, é uma experiência especial.

Saber que tudo é sua escolha (sempre foi, mas em uma experiência dessa fica mais perceptível) traz para a consciência as automatizações e as intenções das escolhas feitas.

“50+ a busca por conquistas externas se acalma”

Lógico que se pode viajar e continuar no automático, mas nos 50+ a busca por conquistas externas se acalma e a (re)descoberta interior, de valores, propósito e significados se intensifica. Afinal, não se tem mais tempo nem paciência para jogos de ego ou coisas menores do que sua própria evolução como ser humano.

Pode-se fazer de uma viagem solo um rito de passagem. Silenciar o ruído do mundo e escutar seus pensamentos e questionar de onde eles se originam. Sentir e fazer sentido buscando as intenções por trás das emoções. Empoderar-se, pois está sempre nas nossas escolhas ou não-escolhas no momento presente.

As sementes que irão crescer e frutificar amanhã. Honrar e celebrar a vida. Honra aqui significa relembrar e agradecer cada coisa pelo o que ela teve de melhor. É encontrar no seu mundo interno os significados, o poder, a liberdade, as intenções e integralizar, se tornar inteira, completa, plena.

Gostou? Isso ressoa dentro de você? Então vamos juntas! Vou te contando enquanto caminho.

* vintage:  algo clássico, antigo e de excelente qualidade. Artigos com pelo menos 50 anos são categorizados como “verdadeiros vintages”. 

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Simone Kobayashi
Eu cuido de gente e sou apaixonada pela jornada do Ser. Viajante para dentro e para lugares maravilhosos que estão fora. Terapeuta Holística que atua há mais de 20 anos. Opto por um caminho mais leve, feliz e evolutivo. Agora a minha alma ressoa no que chamo de trabalho de consciência quântica, que é quando podemos crescer juntos, aumentar o conhecimento de si e do mundo e alinha a pessoa com o próprio ser, único e especial.

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