Guia prático para encontrar um bom hostel

Quarto do hostel monkey nap em Bancoque. Imagem: Goldie Aragão / acervo pessoal
 Estou viajando por aí desde abril de 2016. Depois de muito pensar e planejar, saí do meu emprego para realizar esse sonho. Sou fã de hostels, principalmente quando viajo sozinha, pois acredito ser o melhor jeito de conhecer pessoas que estão na mesma sintonia, além de ser uma das formas mais baratas de viajar. Por isso, decidi produzir este guia para ajudar e inspirar muitas mulheres a viajar de montão!

Reserva

Eu uso muito os sites Booking.com e Hostelworld.com. Ambos têm versões em português e são bem fáceis de navegar. A grande diferença entre eles é que o Hostelworld no ato da reserva sempre vai cobrar uma parte do valor da acomodação no cartão de crédito, e o Booking, na maioria das vezes, você paga tudo quando chegar ao hostel.

Isso implica nas opções de cancelamento. No Booking você encontra acomodações que podem ter a reserva cancelada com alguns dias de antecedência ou às vezes até no mesmo dia, sem pagar nada. Quem permite essa opção é a própria acomodação. Sempre cheque isso se você não está 100% certa do seu roteiro.

No Hostelworld, como você já passou um percentual do valor da reserva, eles têm a opção de cancelamento, mas só pagando uma pequena taxa na reserva. Se você optar por essa taxa e resolver cancelar, o valor pago previamente fica de crédito para uma próxima reserva. Se você não optou por essa taxa, você perde o que pagou, então, comparando, o Booking é mais flexível. Por que então usar o Hostelworld? Pela minha experiência, em países onde as acomodações são mais caras, como os países europeus, por exemplo, o Hostelworld tem mais opções com melhores preços, então vale a pena usar este site. Por isso a dica máxima é sempre pesquisar!

Saiba como reservar um hostel 

Comece digitando a cidade/local que deseja se hospedar, datas etc. Depois de ver a lista de opções, eu sempre ordeno pelo preço mais baixo para uma pessoa, e tenho meu critério pessoal: sempre que possível procurar acomodações com nota acima de 8. Pense em você avaliando um lugar. O 8 ou mais seria um lugar que você voltaria, nota 7 algo deixou a desejar e abaixo disso só em casos de emergência e de não ter nenhuma outra opção!

Outros sites que gosto de consultar antes de fechar a reserva, procuro no Google Maps e vejo as avaliações do hostel por lá, e já aproveito para checar a localização (falarei mais sobre isso abaixo) e checo o TripAdvisor.com que tem bastante avaliações também.  Caso você queira mais opções, vale olhar o airbnb.com, mas mesmo quarto individual dentro de uma casa/apartamento costuma ser 90% das vezes mais caro que os hostels. Vale mais a pena se você estiver viajando com alguém, ou se quiser um quarto só pra você com mais conforto.

Antes de reservar, leve em consideração a localização

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Considero uma das coisas mais importantes para viagem ser “fácil”. Se vou à cidade grande, dou preferência a ficar próximo de uma estação de metrô/transporte público. Se for chegar de ônibus/trem/avião vejo qual a forma de chegar ao hostel, e andar mais do que 1km com uma mochila pesada eu já descarto. Às vezes tem hostel bom e barato que você anda muito, então eu prefiro pagar um pouco mais e facilitar a vida.

Se for chegar muito tarde, veja os comentários sobre andar sozinha na região à noite, e hoje muitos lugares têm Uber, o que pode ser uma possibilidade. Se for cidade pequena, tarde da noite poderá não ter transporte público disponível, atente-se a isso também. Você pode sempre mandar e-mail para o hostel e perguntar como chegar.

Dependendo do lugar é legal ficar numa região central e fazer tudo caminhando. Novamente achar um hostel legal e barato, mas que você irá gastar com transporte público toda vez que sair do hostel, ou demorar muito se deslocando, vale pagar um pouco mais e ficar em uma localização melhor. Lendo a descrição do lugar e as avaliações você consegue identificar essas coisas.

Importante mas não tão relevante é ver opções de restaurante, mercado e facilidades ao redor do local de hospedagem. E, se você preza muito sua noite de sono, localizações centrais podem ser mais barulhentas, atente-se ao que as pessoas falam sobre isso. Muitos party hostels ficam em lugares de bares e clubes, aí música alta a noite inteira pra dormir vai ser difícil, vai ter que cair na balada! Essas situações variam de gosto e pessoa, eu prefiro estar próximo da opção de ir à balada, mas longe a ponto de ser silencioso e eu dormir bem.

Dicas: maps.me é um aplicativo que você baixa o mapa dos lugares que deseja ir e fica disponível offline no celular, super útil quando você viaja para um país diferente e você não tem internet. Outra dica é comprar um SIM Card, pois o preço barateou muito e em qualquer lugar está muito fácil de comprar um chip pré-pago. Eu me sinto mais segura ao chegar nos lugares com internet, além do Google Maps funcionar quase no mundo inteiro e mostrar qual a melhor forma de se deslocar.

Tipo do quarto

Quarto misto ou feminino? Quarto misto normalmente é a opção mais barata. Se você nunca ficou, experimente. O Booking permite ler as avaliações de quem ficou exatamente no tipo de quarto que você escolher, e você pode ver o que as mulheres falaram. Algumas mulheres podem achar desconfortável ou até inseguro, mas eu não vejo muita diferença, só se você quiser trocar de roupa no quarto, no misto não dá pra fazer isso, mas é só usar o banheiro. Muitos hostels têm uma “cortina” que deixa a cama bem fechadinha, esse tipo de quarto é muito bom, você tem privacidade para dormir e até pode trocar de roupa dentro desse espaço.

Eu sempre opto pelo quarto misto, com algumas exceções que falarei abaixo. De maneira geral os homens já chegam puxando papo, e são mais abertos. Já fiquei em quarto feminino que ninguém falava com ninguém. Contudo, isso pode ter sido apenas um caso. Tudo depende das pessoas que você vai compartilhar o quarto, mais do que do Hostel.

No Brasil, e por toda América, Europa, e muitos países da Ásia, eu nunca tive problemas nos quartos mistos. Lugares que eu preferi quarto feminino e não recomendo quarto misto são países muçulmanos, China e Índia. A cultura é muito diferente da nossa, o comportamento de alguns homens pode ser inconveniente e nesses países muitos hostels nem oferecem a opção de quarto misto.

Na Turquia e no Egito por exemplo, presenciei o próprio staff do hostel “protegendo” a mulherada, dizendo pra gente sempre manter a porta fechada, não deixando nenhum homem chegar perto, respeitando o espaço. Isso porque as mulheres muçulmanas usam o véu, e claro, dormem sem ele. Excluindo essas exceções, eu recomendo a experiência! Aproveite a oportunidade e se permita! Só podemos falar do que não gostamos quando experimentarmos.

Tamanho do quarto

Quarto grande pode ser barulhento, mas ao mesmo tempo você pode estar num quarto de 3-4 camas e ter uma pessoa roncando e vai ter o mesmo efeito! Meu recorde foi 120 camas num quarto de hostel, e sinceramente não vejo muita diferença num quarto de 8, 12, 16 ou 20.
Não espere que ficará num quarto com mais de 6 pessoas e será super silencioso, porque a chance será pequena. Cada um tem seu horário e faz parte. Eu já fiquei em quartos de 20 camas super silencioso e de 6 que dava vontade de mandar a pessoa sair do quarto e ir conversar fora dele. Vai da sorte e do seu espírito de levar a situação. Para mim usar protetor de silicone no ouvido e tapa olhos ajuda bastante a dormir melhor.

Vale checar o tamanho do quarto, se terá espaço para suas coisas e a das outras pessoas, e se tem armários (falarei mais abaixo sobre segurança). Alguns detalhes fazem a diferença, como por exemplo, se o quarto tem tomadas suficientes. Muitos hostels têm uma tomada para cada cama com uma luz de cabeceira, esses são estilo luxo! Adoro! Coisas pequenas que facilitam a vida.

Curiosidade: Fiz o Caminho de Santiago em 2016 e dormi num albergue de 120 camas num único quarto! Não teve protetor auricular que segurasse o ronco! Algumas vezes tem que desencanar, ou se estiver incomodando muito peça para mudar de quarto ou fique num quarto só pra você.

Banheiro dentro do quarto

Pode parecer mais prático e fácil ter banheiro dentro do quarto, mas eu acabo gostando mais dos hostels que têm o banheiro fora. O lado bom é acordar para ir ao banheiro, e ele estar logo ali. O lado ruim é que todo mundo vai usar o banheiro, vai te acordar, às vezes o banheiro pode cheirar mal e o quarto inteiro fica com cheiro, fora que para manter limpo o banheiro de fora o staff do hostel limpa mais vezes do que dentro do quarto, e por isso a limpeza acaba sendo somente uma vez quando irão refazer as camas para novos hóspedes.

Em alguns hostels o banheiro masculino e feminino são um só, em outros separados; se isso for uma questão para você, fique atenta às características do hostel. Dica: Eu tenho uma sacola de tecido leve que coloco minhas coisas antes do banho, sempre tem um gancho no banheiro e facilita pra carregar suas coisas na hora do banho.

Segurança

Sempre checo se o hostel disponibiliza armários, e tenho um cadeado comigo. Alguns hostels te dão chave do armário, outros têm código ou cartão para o armário, mas a maioria você precisa do seu cadeado. Coloco todas as minhas coisas de valor sempre dentro do armário (celular, câmera, computador, passaporte, cartões, dinheiro), principalmente na hora do banho. Já vi gente que perdeu celular nessas horas.

Alguns hostels não têm chave na porta do quarto e nesses, principalmente, fico atenta a colocar tudo no armário. Eu sempre penso que se a pessoa quiser levar minha mochila com roupas é porque ela está muito precisada de roupa usada, mais do que eu, e roupa em qualquer lugar você pode comprar algo simples e barato, e nunca tive problemas por deixar minha mochila no quarto.

Também nunca vi ninguém perder mochila. Acredito que a dica de escolher muito bem o lugar, ler as avaliações, e ao chegar ao hostel conversar com o staff e com as pessoas que estão no quarto com você, pois dá mais segurança durante sua estadia. Eu só tive experiências ao contrário, ou seja, com pessoas me ajudando.

A mais legal e louca de todas foi que eu esqueci meu iPad num hostel em Praga carregando na tomada do quarto. Liguei para o hostel e pedi pra falar com um menino que estava no meu quarto porque tínhamos conversado um tempo no dia anterior, mas como eu nem sabia o nome dele, só pedi pra falar com o australiano de tatuagem no braço! Ele estava indo pra Budapeste e eu estava indo para Viena , mas iria para Budapeste depois. Ele levou meu iPad até Budapeste e eu peguei no hostel dele lá. Dei sorte? Muita! Mas é só um exemplo de como a sua atitude com as pessoas ao seu redor pode fazer a diferença na sua viagem. E nunca deixe seu iPad no hostel!

Idade

Alguns Hostels têm restrição de idade, e, normalmente, na descrição do hostel eles falam sobre isso. Pode haver proibição de crianças também. O que já vi de limite de idade é entre 50-55 anos. Acho um tanto injusto, adoro encontrar mulheres de mais de 60 viajando de mochila! Quero envelhecer assim!

É verdade que a média de idade dos hostels é por volta dos 20 poucos anos. Eu normalmente sou a mais velha. Mas sempre conheço pessoas bacanas sem me importar com a idade. Quem viaja nesse estilo tem grande probabilidade de ter uma bela visão da vida e se encher de histórias para contar! Não se acanhe pela sua idade!

Limpeza

Vale ler todas as avaliações sobre limpeza. Às vezes o hostel tem uma nota super boa e no item limpeza tem um 5 ou 6 e já espere que será “sujinho”. Desde banheiro com ralo entupido ou roupas de cama que não são trocadas. Veja os comentários, e se tiver elogios, grande chance de dar tudo certo! Não tenha receio, tem muito hostel excelente, limpo e com staff super empenhado em deixar o lugar agradável para todos. Também depende dos hóspedes do lugar, poia eu já vi pessoas que não “cuidam” do espaço que estão usando. Deixar o banheiro da mesma forma que você encontrou é uma atitude de respeito ao próximo.

Café da manhã x cozinha

No Brasil todos os hostels que já fiquei sempre tinha café da manhã mais completo, simples, mas com fruta, ou suco, e às vezes até com frios. Fora do Brasil o padrão é cafe/chá, às vezes leite, pão de forma branco, manteiga e geleia. Muitas vezes esse café eu dispenso e prefiro ficar num hostel sem café, e comprar as coisas que eu gosto de comer, porque o que se paga a mais por um hostel com café pode não valer a pena.

A maioria dos hostels tem geladeira, às vezes uma pequena cozinha com micro-ondas ou até a cozinha inteira equipada. Você pode inclusive cozinhar suas refeições se quiser economizar, principalmente em países mais caros. Sempre tem a regra limpe o que você sujou e mantenha o lugar organizado.

Pode acontecer do hostel ser mais caro, mas oferecer um belo café da manhã, e não ter cozinha disponível. Em Israel todos os hostels que fiquei o café da manhã era um verdadeiro brunch, uma delícia! E eu acabava só jantando, então o valor do hostel valia a pena. Vale checar o que é oferecido de café, valor da estadia e o custo beneficio do que você gosta de comer.

Área de descanso x lounge x rooftop

Muitos hostels têm um lounge ou uma área comum, que você pode conhecer as pessoas, interagir, fazer amizades e até passear pelos lugares juntos. Além das pessoas que ficam com você no quarto, esse é o lugar de interação! Se o Wi-Fi só funcionar nessa área então, vai ver todo mundo por lá! Às vezes essa área comum é também o lugar do café da manhã ou até onde rolam festas. Fique atento se for um party hostel, pode ter barulho até altas horas e atrapalhar seu sono. De novo, é uma questão de gosto e escolha, leia as avaliações e veja com o que você se identifica.
Alguns hostels têm rooftop com uma área legal até pra fazer Yoga! Eu tenho procurando esses hostels e sempre acho um legal.

 
Lounge do hostel Monkey Nap em Bancoque. Imagem: Goldie Aragão / acervo pessoal
 
  • Outros serviços
Guarda-malas (luggage room)
Normalmente o checkout dos hostels são entre 11-12h. Se você tiver um voo à noite por exemplo, muitos hostels têm um quarto no qual você pode deixar sua bagagem e só pegar mais tarde. Pode acontecer o contrário também, você chegar pela manhã e o check-in ser só às 14h, e então o hostel pode guardar sua bagagem até a hora da sua entrada. A grande maioria deixa você usar a área comum e às vezes até deixam você tomar um banho. Se for a sua necessidade, fique atenta a este serviço. Esse tipo de gentileza eu adoro nos hostels, e normalmente os hotéis não fornecem essa opção.
 
Lavanderia
Alguns hostels têm máquina de lavar disponível, outros oferecem o serviço de lavanderia. Pode ser daquelas que você usa moedinhas, ou até mesmo uma máquina de lavar comum. O preço varia razoavelmente, depende do país e do lugar. Isso ajuda quem quiser viajar com pouca roupa, não tem necessidade de carregar muita coisa, facilita bastante. Com o tempo você aprende que carregar roupa não vale a pena, leve o necessário e sempre terá onde lavar.
 
Roupa de cama/toalha
Em 99% dos casos os hostels têm roupa de cama, mas o mesmo já não acontece com a tolha. Tenha sempre uma toalha leve, dessas que secam rápido. Se você não tiver toalha, muitos oferecem o aluguel, você paga um valor pequeno e um depósito, e no final da estadia eles te devolvem o depósito. Mas, pode acontecer de não ter, ou mesmo para economizar essa grana, eu sempre tenho a minha.
 
Agendamento de passeios, mapas, dicas do que fazer, onde comer, walking tours 
Muitos hostels oferecem todos esses serviços. Converse com o staff do hostel e pergunte o que eles recomendam, na maioria das vezes eles são muito simpáticos e ajudam muito! As dicas de quem mora no lugar são sempre ótimas!
Dica: Muitas cidades têm free walking tours, como por exemplo São Paulo, que tem 3 opções de walking tours! Procure sempre no Google nome da cidade + free walking tour e encontrará informações de horários e ponto de encontro. É só aparecer, conhecer mais da cidade que está visitando e fazer amizades com o grupo! No final do tour, você dá uma gorjeta, o quanto você quiser dar e achar que valeu a pena. Eu adoro esse tipo de tour e super recomendo!
 
 
Reviews – avaliações
Assim como você utilizou as avaliações para escolher onde ficar, aproveite e faça sua avaliação também e ajude outras pessoas a escolher o melhor lugar para se hospedar.
 

Dica: Kit conforto hostel

Aqui vão as minhas dicas do que ter para ter uma vida mais confortável nos hostels:
Meu kit conforto. Imagem: Goldie Aragão / acervo pessoal
 
Toalha e cadeado
Esses dois itens eu diria que são imprescindíveis. Muito hostel não tem toalha, às vezes você pode alugar, mas ter a sua própria toalha é mais cômodo e limpo. Tenho uma levinha que seca rápido, como já comentei. O cadeado ajuda na questão da segurança. Prefiro o de código assim não preciso carregar a chave e nem ter a possibilidade de perdê-la.
 
Tapa-olhos e protetor auricular 
Coisas simples para se ter uma melhor noite de sono. Eu prefiro o protetor auricular de silicone, esses de natação. Os que se parecem com uma esponjinha não tapam o som muito bem. O tapa-olhos ajuda a manter o sono caso alguém ligue a luz do quarto no meio da noite ou demore para apagar.
 
Meus luxos: liner, travesseiro, faca e colher
No Caminho de Santiago conheci uma amiga que tinha esse liner e achei o máximo! É como se fosse um saco de dormir, mas bem mais largo e de um tecido muito levinho, quase uma seda, com 100 gramas. Caso a roupa de cama do hostel seja de limpeza duvidosa, eu durmo nesse liner. Acredito que é possível encontrar em lojas de esporte ou até mesmo pedir para aquela costureira que toda mãe conhece fazer um pra você.
Eu tenho um minitravesseiro, feito por uma amiga costureira da minha mãe. Meu sono é muito valioso e ter um travesseiro de altura boa pra mim não tem preço! E ele é leve de carregar, um quadradinho um pouco maior que uma palma da mão aberta. Eu tenho uma colher de plástico e uma faquinha portátil, caso eu queira comer uma fruta ou algo assim, facilita a vida! Com o tempo você descobre o que faria sua estadia em hostels ser mais confortável.
 
 Dica final
Confie na sua intuição! Se leu alguma coisa que não gostou sobre o lugar, procure outro. Não se sentiu bem, mude de hostel. Se leu e se identificou na hora, reserve! Ouça seu coração e tudo dará certo!  Espero que todas essas dicas sejam úteis, e se tiverem alguma dúvida deixem comentários que terei prazer em ajudar!
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Goldie Aragão
37 anos, paulistana economista, trabalhou 14 anos no mercado financeiro e desde de abril de 2016 pediu demissão para dar um tempo e se permite realizar o seu maior sonho, viajar pelo mundo. Nesse tempo percebeu que a viagem mais legal de todas é a interna, e o lugar mais legal do mundo é o aqui e agora. Ainda está por aí viajando e se descobrindo, escreve sobre suas descobertas na página Gol por aí.

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