Saiba como encontrar um anfitrião no Couchsurfing

Crédito: Jenna Hamra / Pexels

No meu último texto falei sobre as minhas experiências usando Couchsurfing na Europa. Se você ainda não leu, clique aqui. Neste texto, decidi trazer algumas dicas para quem é iniciante, pois sei que há muitas mulheres que querem fazer couch, mas não sabem como começar.

Dicas básicas para buscar um couch

Primeira tentativa de encontrar um couch: escreva para os “local hosts” que mais combinam com você. Essa opção é a melhor e mais segura. Porém, é bem difícil encontrar retorno. Os “Local Hosts” de cidades muito turísticas recebem muitas mensagens. Por isso, tente ser original, mostrar que você leu o perfil da pessoa e que você tem algo em comum. Lembre-se que “copy and paste” não dá muito certo. Ah, na primeira vez que fiz couchsurfing sozinha, fiquei insegura e li o “Safety Tips” que o próprio Couchsurfing oferece no site. Indico que você de uma analisada antes, pois é o básico do básico.

Segunda tentativa de encontrar um couch: crie uma “Public Trip”. Nesse caso, pessoas podem te oferecer um couch. É mais fácil. Porém, mais perigoso. Já que pessoas meio “nada a ver” podem aparecer.

Terceira tentativa de encontrar um couch: entre em grupos do Facebook como, por exemplo, o grupo Couchsurfing das Minas, Couchsurfing São Paulo – Brasil ou em grupos de couch da cidade ou do país que você vai viajar.

Dica mega blaster para escolher o anfitrião

Antes de confirmar um couch, obviamente, você deve checar o perfil da pessoa, ler a descrição, ver fotos, adicionar no Facebook e ver as referências de antigos “Surfers”. É importante destacar que não é legal ficar na casa de alguém que não tem nenhuma referência.

No entanto, sabe mais o que eu aprendi? No meu caso, também não gosto de ficar na casa das pessoas com centenas de referências. Isso, em um primeiro momento, pode ser legal, pois a pessoa já hospedou muita gente. Contudo,  também mostra outra coisa: a pessoa meio que vive do couchsurfing, vive para receber pessoas e torna esse o seu meio de conhecer pessoas.

Acho isso estranho! As duas experiências ruins que tive no couchsurfing foram com perfis com mais de 100 referências, que eram certificados, tipo embaixador do couchsurfing e blábláblá. Então, fica a dica. Mas é só uma dica, pois é claro que nem todos os perfis, cheios de referências, são ruins.

Para minha própria vergonha, eu não escrevi “bad reviews” sobre as experiências ruins que tive no couchsurfing. Fiquei com medo, pois meus anfitriões tinham todos meus contatos. Acho que nós, brasileiros, temos muita dificuldade de ser sinceros e de dizer a verdade na cara dura. Esse é um bom motivo para não confiar 100% nas inúmeras boas referências de um “Local Host”.

E vocês, já se hospedaram no couchsurfing? Têm medo? Tiveram experiências boas ou ruins? Aqui o meu perfil no couchsurfing! Me adiciona lá!

 

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Estela Alves
Arquiteta, bailarina, nadadora amadora, professora de francês e youtuber. Começou um canal no Youtube "Estela Viaja" com enfoque em viagens low cost e mulheres que viajam sozinha para incentivar, facilitar e dar dicas para mulheres que querem viajar.

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